Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP) Data: 6 de abril de 2008, domingo Horário: 16 horas (de Brasília) Árbitro: Eduardo César Coronado Coelho (SP) Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Gilberto Corrale (ambos de SP) Público: 4.449 pagantes Renda: R$ 52.245 Cartões amarelos: Hudson, Evaldo (Santos); Eduardo Arroz, Wanderley (Ponte Preta) Gols: SANTOS: Kléber Pereira, aos 10 minutos do primeiro tempo, e Renatinho, aos 45 minutos do segundo tempo; PONTE PRETA: Luís Ricardo, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Renato, aos 14 minutos do segundo tempo
SANTOS: Douglas; Marcelo, Fabão e Evaldo (Renatinho); Filipi (Paulo Henrique), Adoniran, Hudson, Rodrigo Tabata (Moraes) e Carleto; Quiñonez e Kleber Pereira Técnico: Emerson Leão
PONTE PRETA: Aranha; Eduardo Arroz, Jean (João Paulo), César e Vicente; Deda, Bilica, Elias e Renato (Ricardo Conceição); Luís Ricardo (Danilo) e Wanderley Técnico: Sérgio Guedes
O COMPORTAMENTO DO SANTOS
A semana termina e a discussão sobre o fato de o Santos escalar jogadores reservas diante da Pote Preta não se encerrará com o horário das seis da tarde de domingo. A viagem para o México e o fato de o Santos não ter mais a aspiração de ficar entre os quatro mais bem classificados do Campeonato Paulista foram determinantes que o Emerson Leão optasse por este caminho.
Não vejo nada de errado na decisão do técnico do Santos, mas fiquei impressionado com a repercussão do assunto. Quem olhar com um pouco de serenidade para a questão verá que o Santos não comete nenhum erro. Apenas demonstra que sua preocupação no momento é a Taça Libertadores. Nada mais justo e natural.
Enquanto isso o Corinthians não deve nem sequer insinuar que deixou de disputar as semifinais por conta de um tropeço do Santos diante da Ponte Preta. A começar pelo fato de que a PP tem condições de derrotar não apenas os reservas do Santos, mas também o tíme titular. Basta olhar a campanha feita no Paulista para se perceber o tamanho da força desta Ponte Preta. O grande entrave do Corinthians, que interrompeu o flerte com as semifinais, foi o empate com o Juventus. Este é o resultado que faz falta.
Titulares viajam sábado ao México. Quem ficar, enfrenta a Ponte sob olhares do Corinthians
GLOBOESPORTE.COM
A diretoria e a comissão técnica do Santos decidiram: o Peixe irá enfrentar a Ponte Preta, domingo à tarde na Vila Belmiro, pela última rodada da fase classificatória do Campeonato Paulista, com um time reserva mesmo. Os titulares viajam no sábado para o México, onde irão se preparar para o confronto com o Chivas, quarta-feira em Guadalajara, pela Taça Libertadores da América.
A partida deste domingo vai interferir diretamente na formação das semifinais do Paulistão. Uma vitória da Macaca classifica o time de Campinas. Se os santistas, que só cumprem tabela no estadual, ganharem ou empatarem, o resultado pode beneficiar o Corinthians, caso o Timão supere o Noroeste, em Bauru.
Nesta quinta-feira, o técnico Emerson Leão comandou um treino coletivo no CT Rei Pelé com o seguinte time: Douglas, Evaldo, Marcelo e Fabão; Filipi, Adoniran, Hudson, Paulo Henrique e Carleto; Renatinho e Moraes.
Quando Santos e Ponte Preta estiverem jogando, o elenco titular estará treinando no México. O restante do grupo, que pode ser relacionado para a partida com o Chivas, e a comissão técnica viajarão após a partida com a Macaca para Guadalajara.
Apesar da torcida, para o Santos entregar o jogo o torcedor santista poderá ter uma surpresa, vendo esse time ganhar da Ponte Preta com certa facilidade, enquanto eles vêm com obrigação de vencer, os garotos querem apenas mostrar que tem condições de ser aproveitados no elenco principal.
Na minha opinião o Santos vence a ponte por 2 a 1.
Xuxa, do Mirassol, é oferecido ao Santos
Jogador, um dos principais do time no Paulistão, pode se transferir para o Peixe
LANCEPRESS! Fora do Campeonato Paulista, o Santos já começa a pensar em reforços para a disputa do Campeonato Brasileiro e alguns nomes são especulados na Vila Belmiro.
O meia Xuxa, do Mirassol, é um dos atletas que pode defender o Peixe no Brasileirão. O jogador, já foi inclusive oferecido ao Peixe por alguns empresários, mas até agora nada foi confirmado oficialmente pela diretoria santista.
O jogador, que tem se destacado na campanha do time do interior no Paulistão, chegaria para compor um setor em que o técnico Emerson Leão conta com Molina, Tabata e Quiñonez.
Santos perto de fechar patrocínio para mangas
Tintas Universo deve estampar marca na camisa do Peixe
LANCEPRESS!
O Santos deve fechar nos próximos dias com a Tintas Universo contrato para patrocinar a manga da camisa. A empresa deverá pagar ao clube R$ 150 mil mensais. A negociação foi costurada pela empresa de marketing esportivo do empresário Juan Figer.
Acreditava-se que o Santos poderia conseguir melhor valores mais altos se negociasse diretamente com as empresas através do escritório que o clube mantém em São Paulo, mas a opção não se mostrou viável por enquanto. Como a diretoria necessita de toda a receita que conseguir no curto prazo, a oferta da empresa de tintas veio a calhar, considerando-se a situação financeira atual.
A última companhia a estampar o logo na manga da camisa do Alvinegro foi a Bombril. Esta pagava R$ 110 mil por mês.
Balanço financeiro apresentado (e aprovado) na semana passada no Conselho Deliberativo revelou que, neste ano, o Santos terá que pagar R$ 60 milhões a seus credores. Apenas em empréstimos bancários, a dívida é de R$ 41 milhões, sendo a maior parte ao Bic Banco.
A Vila conheceu o verdadeiro San Jose
Por André Kfouri
Sem o seu principal jogador, o atacante Juan Altitud (camisa 3700), o San Jose sofreu nos pés santistas, e levou a maior goleada (7 x 0) da Libertadores 2008.
Mauricio Molina fez 4 gols (os outros: Domingos, Kléber Pereira e Quiñones), em nova exibição da capacidade de sua perna esquerda.
O mar nivela e revela.
O Santos está a um ponto do líder Cúcuta, e receberá os colombianos na última rodada, dia 16 de abril.
Antes, quarta-feira que vem, enfrentará o Chivas (lanterna do grupo), em Guadalajara.
Classificação bem encaminhada, com possibilidade de terminar em primeiro.
Leão, manga e intermediários
por Marilia Ruiz
A abertura de uma conta em agência indicada pela direção do Santos seria o motivo de Emerson Leão ainda não ter assinado seu contrato com o Santos. Mas o impasse causa temores no jurídico, já que o clube pode ser multado caso seja fiscalizado. Além disso, em caso de rescisão, a Justiça poderia ser ainda mais dura com o time da Vila, que praticamente selou acordo com a Tintas Universo para patrocínio das mangas de seus uniformes. Quem faz a intermediação do acordo? A nova agência de Juan Figer e filhos.
Santos teme perder Kléber Pereira nas finais da Libertadores
Bruno Thadeu Em Santos
A goleada sobre o San José abriu novas perspectivas para o Santos na Copa Libertadores, que projeta mais três pontos para alcançar as oitavas da competição. A fase de mata-mata ainda não chegou, mas o clube sabe que poderá ter um desfalque de peso na decisão do título: Kléber Pereira, cujo contrato vence antes do término da competição.
O primeiro duelo das finais da Libertadores acontece em 26 de junho, ainda sob contrato do atacante. No entanto, a partida de volta está programada para 2 de julho, quando Kléber Pereira já estará sem seu vínculo atual atrelado ao Santos - se expira em 30 de junho.
Artilheiro do campeonato Paulista, Kléber Pereira informou ter se reunido com a diretoria santista na semana passada para tratar de renovação. Um novo acordo, segundo o atacante, ainda não foi definido.
"Conversei com o presidente [Marcelo Teixeira] sobre várias coisas. Falamos sobre renovação. Todos sabem que eu quero um dia voltar ao México, mas gostei muito de Santos, do elenco, e gostaria de ficar", diz o goleador santista.
O Corinthians, embora não admita oficialmente interesse em Kléber Pereira, já entrou em contato com o jogador para firmar acerto para o segundo semestre. Ídolo no México, quando defendeu o Tigres, Vera Cruz, América e Necaxa, Kléber Pereira prioriza o retorno ao exterior.
A situação contratual do atacante santista é idêntica à que viveu Adriano, do São Paulo.
Emprestado pela Inter de Milão até o final de junho, o Imperador estendeu recentemente sua permanência no Morumbi por mais alguns dias (vencia no final de junho e agora termina em 10 de julho) justamente para ter condições legais de atuar nas finais da competição, caso o São Paulo alcance.
Meia jamais havia marcado quatro gols em uma mesma partida e homenageia a família
Adilson Barros Do GLOBOESPORTE.COM, em Santos (SP)
Uma noite para ficar marcada para sempre. Autor de quatro dos sete gols santistas marcados sobre o San José-BOL, nesta terça-feira, na Vila Belmiro, pela Taça Libertadores, o meia colombiano Molina admite: não consegue nem comentar uma atuação tão boa.
- Foi uma partida especial. Não tenho palavras para expressar algo tão lindo - vibra o meia.
Molina admite que dificilmente conseguirá voltar a marcar quatro gols em um jogo. Aliás, ele diz que jamais havia feito tantos gols em uma mesma partida.
- Só tinha feito três. Foi a primeira vez que marquei quatro. Foi uma noite de sorte, especial, dessas que acho difícil repetir - comenta.
Com tantos gols, Molina pode homenagear a família inteira. Molina dividiu os gols entre a mulher, os dois filhos e a mãe. O jogador é pai de Alejandro, de três anos, e sua esposa espera uma menina.
- Os gols são para essas pessoas que me apóiam e são importantes para mim - diz.
O volante Rodrigo Souto, do Santos, afirma que golear o San José-BOL, foi uma forma de respeitar o adversário. Isso mesmo. O Peixe fez 7 a 0 sobre o time boliviano, nesta terça-feira, na Vila Belmiro, pela Taça Libertadores.
- Em nenhum momento desrespeitamos o adversário. Por isso, fomos à frente sempre buscando o gol - comenta o jogador, dizendo que desrespeitar é tocar de lado, tentar dar olé.
Souto se recusou até a questionar a qualidade técnica do adversário. Num discurso politicamente correto, o jogador lembra que o San José perdeu um jogador ainda no primeiro tempo, expulso.
- Não se pode menosprezar ninguém. Da mesma forma como eles sofreram essa derrota, a gente pode enfrentar alguma dificuldade mais para a frente - diz.
O Ministro Veiga é contra a entrega do jogo para a Ponte Preta só para prejudicar os gambás. Temos que honrar nossa camisa, o preto da nobreza e o branco da paz! Portanto, a melhor alternativa para não prejudicar o time na Libertadores e tirar os craques ( cof! cof!) da competição por alguma contusão, o Ministro Veiga pensou numa escalação legal, que agradaria o presidente MT e parte da torcida santista que quer um time competitivo contra a macaca campineira.
Golllll Domingos, golllllllll Molina,gollllllllll Molina,golllllllllll Molina,gollllllllll Kleber Pereira,gollllllllll Quinhones,gollllllllll Molina,fim de jogo na vila.
Santos se vinga do San José com goleada: 7 a 0
Santos (SP) - O Santos provou que o San José é um adversário frágil quando está abaixo dos 3.700 metros da cidade de Oruro, na Bolívia. Nesta terça-feira, na Vila Belmiro, os comandados de Emerson Leão não tomaram conhecimento do time que tirou sua invencibilidade na Copa Libertadores e golearam por 7 a 0, com quatro gols de Molina. Domingos, Kléber Pereira e Quiñonez completaram o placar.
O resultado positivo deixou o Santos na vice-liderança do grupo 6 com sete pontos ganhos, um a menos que o Cúcuta, da Colômbia. O San José soma quatro e o Chivas Guadalajara, apenas três. Depois de encerrar sua participação no Campeonato Paulista contra a Ponte Preta, domingo, o Peixe voltará a campo pela Libertadores na quarta-feira de 9 de abril, diante do lanterna da chave, no México.
O jogo – A surpresa de Leão na escalação do Santos foi a presença de Rodrigo Tabata no lugar de Sebastián Pinto, que não aproveitou suas seguidas chances entre os titulares. O teste ao sistema com dois armadores e não mais três atacantes, entretanto, não serviu, diante da fragilidade da marcação do San José.
Apesar da nítida dificuldade para se organizar em campo, a equipe boliviana esbanjava determinação. Empurrado por seus torcedores, presentes na Vila Belmiro em número considerável, o San José não era cauteloso a ponto de jogar somente na defesa, conforme antevira Leão. Mas a vontade não era suficiente para equilibrar o confronto.
Em pouco tempo, o Santos passou a dominar a partida e a criar chances reais de gol, que finalmente saiu em jogada de bola parada aos 17 minutos. Kléber levantou na área com precisão em cobrança de falta e Domingos, em posição legal, cabeceou livre de marcação para as redes. Festa santista na Vila.
À frente no placar, o Santos ficou ainda mais soberano na partida. Bastaram cinco minutos para Molina ampliar. O colombiano clareou e arriscou da entrada na área, fazendo a bola quicar no meio do caminho, sem chances para o goleiro Vaca: 2 a 0. Do outro lado do campo, Fábio Costa, com quatro pontos no cotovelo esquerdo, apenas assistia ao jogo.
Tudo indicava que o placar do primeiro tempo seria aquele que Leão considerava justo para a etapa inicial da partida realizada na Bolívia, 4 a 0. Quase o Santos conseguiu. Aos 32, a defesa do San José contribuiu ao afastar mal a bola. Molina aproveitou e conferiu com chute rasteiro, mas não conseguiu marcar o quarto gol ainda antes do intervalo.
No segundo tempo, todavia, o panorama do jogo não mudou. Para piorar, Palacios já havia deixado o San José com um jogador a menos ao cometer falta dura em Kléber e receber cartão vermelho depois do terceiro gol santista. E, logo aos 7 minutos, Wesley também teria balançado as redes se não estivesse em posição irregular.
Mas não demorou muito para o Santos aumentar o marcador. Aos 18, Molina, o nome do jogo, completou cruzamento de Kléber com um belo sem-pulo: 3 a 0. No meio da partida, a torcida já gritava “olé” e aplaudia cada substituição de Leão, mas ainda havia tempo para outros gols. O artilheiro Kléber Pereira, aos 34, aproveitou bola alçada na área em cobrança de falta para enfim fazer o seu, em posição duvidosa.
E até o questionado Michael Jackson Quiñonez marcou, dois minutos depois. Em sua melhor apresentação pelo Santos, o equatoriano, substituto de Rodrigo Tabata, livrou-se da marcação de Alvarenga e tocou, com categoria, na saída do goleiro Vaca. Coube a Molina fechar o placar, aos 41, com uma finalização rasteira.
FICHA TÉCNICA SANTOS-BRA 7X0 SAN JOSÉ-BOL
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP) Data: 1° de abril de 2008, terça-feira Horário: 20h30 (de Brasília) Árbitro: Líber Prudente (Uruguai) Assistentes: Pablo Fandiño e Mauricio Espinoza (ambos do Uruguai) Público: 8.340 pagantes
Cartões amarelos: Kléber Pereira ( Santos-BRA); Sandro Coelho e Alex da Rosa (San José-BOL) Cartão vermelho: Palacios (San José-BOL) Gols: SANTOS-BRA: Domingos, aos 17 minutos do primeiro tempo; Molina, aos 22 e 32 minutos do primeiro tempo, e 18 e 41 minutos do segundo tempo; Kléber Pereira, aos 34 minutos do segundo tempo; Quiñonez, aos 36 minutos do segundo tempo
SANTOS-BRA: Fábio Costa; Denis (Fabão), Betão, Domingos e Kléber; Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Rodrigo Tabata (Quiñonez) e Molina; Wesley (Tiago Luís) e Kléber Pereira Técnico: Emerson Leão
SAN JOSÉ-BOL: Vaca; Parada, García, Palacios, De Castro e Alvarenga; Rivera, Coelho, Peña (Saucedo) e Cerutti (Morejón); Alex da Rosa (Palavicini) Técnico: Marcos Ferrufino
Vamos ser Tri Santos vale agora para Copa Libertadores, ao Paulistão versão 2008 sobram às intervenções dos internautas alvinegros em torno da partícula “SE” que funciona como vetor de análises e justificativas para os amargos resultados colhidos pelo caminho, em especial no início do campeonato. Coisa que se repete em comparação ao último campeonato brasileiro, onde o Santos FC colocou em prática o “estilo Robin Hood”: - Entregar pontos aos times da parte de baixo da tabela e faturar em cima dos mais bem pontuados, deixando escapar a chance de conquistar o título.
Ao time que ostenta o escudo federativo com Bi validade, não fica bem a moral do conto de “ A raposa e as uvas”. Afinal, mais um Tri na galeria ate´que seria um belo “cacho de uvas doces e maduras”. Ainda mais pelo significado que a conquista tenderiam a projetar. O elenco ganharia moral e elevaria a auto-estima para as futuras competições; por outro lado fica a vantagem de que a partir dessa semana, o time se volta a um único foco de disputa. Hoje, mesmo que as condições objetivas apontem num sentido inverso, aos santistas importa torcer e fazer valer a máxima de que o futebol é capaz de apresentar boas surpresas e que o elenco do Peixe assuma o espírito de disputa da Libertadores. Que veja na competição a oportunidade de consagração, fazer história e deixar bem gordo o saldo da conta-corrente.
As competições regionais que abrem a temporada do futebol brasileiro, mais do que troféus e taças se constituem em etapa de composição de elencos, adaptação de grupos, ajustes e afinações dos times, onde as avaliações e comparações são corriqueiras. É um tal de se botar o olho no gramado do vizinho (s). Onde a grama está mais verde? Será que isso é garantia de título? No caso do SFC, se o olhar estiver voltado para a engrenagem administrativa e as conseqüentes ações de causas e efeitos, o sentido tem que de ser de sobriedade, de senso crítico e correção dos pontos falhos. Se a visão estiver obscurecida pelo ufanismo e a bajulação, a tendência é a de que a grama além de verde seja florida, o que é péssimo para qualquer instituição, seja de que ramo for. Isto é, se por um lado achar que “ a grama do vizinho é mais verde”, o contraponto não implica em afirmar que “a nossa grama é que a mais verde”. O valor e o sabor das conquistas merecem os louros e a comemoração, mas as contradições presentes na trajetória não podem ser descartadas. São fatores que servem de subsídio para atingir uma melhor participação na competição de maior importância, a Copa Libertadores da América: - Aqui, sem dúvida alguma, o verde da grama é bem mais verde. Avante, Peixe!
PS: Coluna dedicada à valorosa e fanática santista de nome Maria Cristina, Cris. Uma listeira alvinegra muito admirada pelo erudito e generoso baiano Nelson Santana para quem ela é uma “uva especial”. Oxalá, um dia, eles se encontrarem nas arquibancadas da Vila e no Bar do João; haja pastel. Longa e saudável vida, Cris!